Adicione uma capacidade de cada vez ao mesmo esqueleto mecânico — uma came que memoriza um movimento, atuadores que aplicam torque às articulações, sentidos de inclinação e de contato na sola do pé, e a realimentação que puxa de volta um corpo que está caindo — e sinta a diferença entre ter uma forma humana e responder como um humano.
Traduzido automaticamente a partir do original em inglês. Abrir original em inglês
Tronco, pelve, pernas, braços. Por mais que o contorno se pareça com uma pessoa, esse esqueleto não conhece o próprio estado e não gera força alguma. O que faz um humanoide funcionar não é a silhueta, mas uma circulação fechada de articulações, atuação, sensoriamento e controle. Adicione uma capacidade de cada vez ao mesmo corpo e teste onde está esse limite.
Gire o esqueleto da máquina e encontre as articulações que transmitem força da pelve até as solas dos pés.
Este é um modelo simplificado para entender a relação entre o centro de massa e a região de suporte. Ele não prevê o limite de tombamento de uma máquina real.